O Mercado
2007-2009
O Mercado Quebra Costas nasce, em 2007, por iniciativa de três lojistas da rua com o mesmo nome (Miguel Lima, Bar Quebra Costas, Vasco Pinto, Livraria XM e David e Filipa, lojas de roupa Mau Feitio) da necessidade de dinamizar a Alta de Coimbra. O mercado ao ar livre, na rua do Quebra Costas que liga a Alta à Baixa de Coimbra, pretendia expandir o comércio local para um evento que contasse, além da venda dos produtos dos estabelecimentos locais, com a presença de vendedores, criadores nacionais de artesanato urbano e animação musical.
Inicialmente, o Mercado decorria ao primeiro sábado de cada mês mas, devido ao calendário da cidade, passou a ser realizado no segundo sábado de cada mês, durante todo o ano, exceptuando os meses de Inverno devido à natureza do evento. Nascia assim uma autêntica festa mensal, que começou a reunir cada vez mais actividades artísticas e actividades tão diversas como roupa, bijutaria, acessórios, artigos em segunda mão, design, fotografia, pintura, mobiliários, cd’s, livros, banda desenhada, plantas, produtos biológicos, comida macrobiótica, bolos regionais, massagens, cabeleireiro, tatuagens, manicura, astrologia, marionetas ou jogos de estratégia.
Na programação cultural, o Mercado integrou desde logo a vertente musical ao vivo, com a intervenção de dj’s, mas também de músicos com estilos tão variados como o Fado, o Pop Rock, o Funk, a música electrónica e a música tradicional. Um dos eventos mais marcantes foi, no âmbito da parceria com os Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, a actuação do grupo Bunnyranch no Pátio do Castilho, em plena rua. À música, juntou-se a componente performativa (teatro, performance e dança) e a componente de imagem (fotografia, vídeo e cinema).
Hiperligação Mercado 2007 – 2009
Blogspot http://mercadoquebracostas.blogspot.com/
2010
O Mercado Quebra Costas 2010: Novas Paisagens Sonoras é um projecto de intervenção cultural, artístico e turístico cuja filosofia aposta na revitalização e dinamização do espaço público e aposta na criação, no risco e na experimentação da diversidade das propostas.
O programa foi desenvolvido no âmbito da cadeira de Política e Programação Culturais do curso de Estudos Artísticos, da Faculdade de Letras, da Universidade de Coimbra, com orientação do professor João Maria André, com direcção de Olga Moreira.
O conceito das Novas Paisagens Sonoras surge a partir do artigo “As Paisagens Sonoras dos Centros Históricos de Coimbra e do Porto: um exercício de Escuta” dos investigadores Paula Casaleiro e Pedro Quintela.
André Rui Graça, Davide Vicente, João Martinho, Maria Inês Navarro, Maria Luiza Lastres, Paula Cardoso, Sandra Cardoso.
Linhas de Orientação
1. Uma forte aposta em articular as actividades com as festividades de relevância na cidade de Coimbra
Abril em Coimbra e Festas da Cidade (Julho) organizadas e promovidas pela Turismo de Coimbra, E. M.
Comemoração do Centenário da República e a Comemoração do Centenário do Edifício Chiado, organizadas e promovidas pelo Gabinete da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra
2. Desafiar agentes e entidades culturais da cidade de Coimbra, a partilhar conhecimentos e experiências, no contexto do espaço – público
3. Celebrar as efemérides de âmbito cultural, artístico e científico:
Edição Março
Dia Mundial da Poesia [21Março], Dia Mundial da Água [22Março], Dia Mundial do Teatro [27Março]
Edição Abril
Dia Internacional de Monumentos e Sítios [18Abril], Dia Mundial do Livro [23Abril], Dia Mundial da Dança [29Abril]
Edição Outubro
Dia Mundial da Música [1Outubro]
Edição Novembro
Dia Mundial da Ciência [10Novembro]
Período de Realização
Março a Novembro > Todos os segundos sábados e sextas que o antecedem
(excepto) Junho > terceiro sábado do mês
Horário > 11H às 20H
Dezembro > sessão de encerramento
Horário > 14H às 20H
Locais de intervenção
Rua Quebra-Costas > (Centro Histórico > ALTA de Coimbra)
Espaços envolventes > Pátio do Castilho e Sede da Associação Cultural de Música e Teatro Arte à Parte
Mapa da ALTA de Coimbra
Cedido gentilmente pelo Gabinete para o Centro Histórico Coimbra e tratado pelo estudante de arquitectura Bruno O. Gonçalves.








